Bullying não é engraçado.

Um dos significados intrínsecos de dizer “Não sou Exposição”, é que, além de você não “servir” para ficar olhando, você também não nasceu para agradar os outros. Portanto, os outros não têm o direito de cobrar que você se enquadre nas expectativas deles.

Um problema sério, mas que poucos de nós paramos para pensar no quão sério ele é, é o bullying. Em bom português: desprezo, preconceito, escárnio, maltrato, discriminação.

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Fofocar, diminuir, ridicularizar e desprezar os outros não é engraçado. Não é. Embora pareça que “não é nada de mais”, “são só brincadeiras” e “a pessoa que aguente.”

NÃO.

Não existe justificativa para um comportamento tão desumano. Não gostamos do que não conhecemos, ou do que não queremos conhecer. Não gostamos do que não entendemos, ou do que não queremos entender. Não somos obrigados a gostar de todo mundo, mas SIM, nós podemos respeitar.

O ponto importante para a recuperação de quem é vítima de discriminação é entender que: ELES ESTÃO ERRADOS.

ELES ESTÃO ERRADOS, porque ainda estamos aqui, e portanto, também merecemos espaço. Não deixe de acreditar no seu valor por causa do que os outros falam. Eles nunca habitaram o seu interior. Não conhecem a sua alma que deseja, pensa, cria, sonha e transborda. Não conhecem suas melhores qualidades e nem sua capacidade de superação.

Quando não há ninguém do nosso lado, é importante aprendermos a sermos amigos de nós mesmos. Porque muito, muito raramente a maioria está certa. A maioria não questiona. A maioria simplesmente FLUI.

Só que… quem precisa que o outro diminua para se sentir no topo, na verdade, não faz progresso nenhum. A opinião dos outros não pode ser parâmetro. Valorize-se! Descubra o que você tem de melhor, porque o mundo não precisa de mais raiva, desprezo, má vontade e dor.

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O “Bullying” não é brincadeira. Não é inocente. Não é engraçado, e não é bacana. Esta é uma prática que causa dores, traumas, transtornos mentais, depressão, perda do interesse pela vida social e até tragédias como automutilação e suicídios.

AMANDA TODD é um vívido exemplo do mal que a intolerância alheia pode causar.

Ela era uma adolescente que cresceu em um ambiente regado a videoclipes, filmes, propagandas e revistas que a ensinaram que o valor de uma garota está no seu corpo. Ela foi ludibriada por um homem mal-intencionado e mais velho. Ela cometeu um erro. Ela pagou com a vida. Ela não teve chance. Porque o mundo não pôde perdoar. Porque ninguém a quis acolher.

Nunca esqueça disso: ELES ESTÃO ERRADOS.

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